A utilização do teste de diagnóstico rápido (TDR) como autoteste por não profissionais de saúde representa uma estratégia promissora para melhorar o acesso ao diagnóstico da malária em áreas remotas, desde que os utilizadores sejam capazes de realizá-lo corretamente e de interpretar com precisão os seus resultados.

Esse artigo apresenta um estudo transversal realizado em Oiapoque (Brasil) no âmbito do projeto CUREMA, que avalia a praticabilidade do TDR Bioline Malaria Ag P.f/Pan/P.v entre trabalhadores do garimpo após uma sessão de formação ministrada por agentes comunitários de saúde no contexto da intervenção Malakit.